Eu deveria lutar.
Usar os golpes mais baixos.
Ser tão vil quanto qualquer vilã-clichê da novela das 8.
E desenhar armadilhas. E criar obstáculos. E fingir espasmos.
Mas não.
Cá estou.
Assistindo à sua audácia de ser feliz sem mim.
E quase engasgo com a pipoca toda vez que o vejo gargalhar.
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